C l i q u e   n o   q u a r t e l   p a r a   t r e i n a r   u m   n o v o   s o l d a d o   e g  p c i o   o u   m e l h o r a r   a   q u a l i d a d e   d o s   s o l d a d o s   d i s p o n  v e i s .   A   c a p a c i d a d e   d o   s o l d a d o   p r o d u z i d o      d e t e r m i n a d a   p a r c i a l m e n t e   p o r   a r m a s   e   a r m a d u r a s   m e l h o r e s ,   q u e   p o d e m   s e r   p e s q u i s a d a s   n o   a r s e n a l . 
 
 
 
 A t    o   m o m e n t o ,   t o d a s   a s   c i v i l i z a   e s   d o   m u n d o   p r e c i s a r a m   t r e i n a r   s o l d a d o s      s e   n  o   p a r a   a t a c a r   v i z i n h o s ,   p e l o   m e n o s   p a r a   s e   d e f e n d e r .   P a r a   m u i t o s ,   e s s e s   t r e i n a m e n t o s   a c o n t e c i a m   e m   q u a r t  i s ,   q u e   s e r v i a m   c o m o   m o r a d i a   e   c o m o   c a m p o   d e   t r e i n a m e n t o .   N o v o s   r e c r u t a s   e r a m   d e s i g n a d o s   p a r a   o s   q u a r t  i s   e ,   a p  s   u m   p e r  o d o   d e   t r e i n a m e n t o ,   e s t a v a m   a p t o s   p a r a   o   s e r v i  o .   N e s s e s   q u a r t  i s ,   e l e s   a p r e n d i a m   o s   m e c a n i s m o s   d a s   a r m a s ,   o s   m o v i m e n t o s   n o   c a m p o   d e   b a t a l h a   e   a   d i s c i p l i n a   n e c e s s  r i a   p a r a   o b e d e c e r    s   o r d e n s   d u r a n t e   c o m b a t e . 
 
 